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Domingo, 01 de Novembro 2026
Notícias/Policial

Mãe é presa em flagrante suspeita de agredir filha de 4 anos em Capão da Canoa

Avó ouviu gritos de socorro e encontrou a neta ferida dentro de casa. Criança apresentava sangramento na cabeça e marcas de agressão pelo corpo, segundo avaliação médica.

Mãe é presa em flagrante suspeita de agredir filha de 4 anos em Capão da Canoa
Arquivo: Litoral Urgente/Bruno Cardoso
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Uma mulher foi presa em flagrante na manhã desta sexta-feira (30), suspeita de agredir a própria filha, de apenas 4 anos, em Capão da Canoa, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A ocorrência foi registrada na residência da avó da menina, que acionou a Brigada Militar após ouvir os gritos da criança.

Conforme as informações da ocorrência, o episódio aconteceu por volta das 9h. A avó relatou ter ouvido os gritos da neta e, ao verificar o que estava acontecendo, encontrou a menina caída no chão de um quarto, apresentando sangramento na região da cabeça.

Segundo o relato, a mãe teria utilizado um pedaço de madeira retirado do assoalho da residência para agredir a filha. Diante da situação, a avó pediu ajuda imediatamente, e a criança foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.

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Avaliação médica identificou sinais de violência

Durante o atendimento, a equipe médica constatou que a menina apresentava uma lesão perfurocortante na cabeça, considerada incompatível com uma queda acidental.

Além do ferimento, foram identificadas diversas marcas de agressão pelo corpo. Conforme o relato médico repassado à Brigada Militar, a criança também demonstrou sinais de pânico durante a tentativa de realização de um exame na região pélvica.

As circunstâncias das lesões deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

Mãe foi encaminhada à delegacia

Diante dos relatos e das constatações médicas, os policiais militares deram voz de prisão em flagrante à mãe da criança, que foi conduzida à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para os procedimentos legais.

O Conselho Tutelar e o serviço de assistência social da unidade de saúde também foram acionados para acompanhar a ocorrência e garantir a proteção da menina.

Uma assistente social acompanhou a guarnição até a delegacia, enquanto os conselheiros tutelares permaneceram na UPA, acompanhando o atendimento à vítima.

A criança permaneceu em observação médica em razão do ferimento na cabeça. Até a divulgação das informações, não havia atualização sobre seu estado clínico nem detalhes sobre as medidas judiciais posteriores à prisão.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias das agressões e apurar as responsabilidades.

FONTE/CRÉDITOS: Fonte: Correio do Povo

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