Na noite desta sexta-feira (9), uma ação da Brigada Militar resultou na apreensão de equipamentos de som utilizados em uma residência no município de Cidreira, no Litoral Norte. A medida foi tomada após denúncias recorrentes de perturbação do sossego, motivadas pelo uso contínuo de som em volume elevado em diferentes horários do dia.
De acordo com informações apuradas, a guarnição foi acionada após reincidência no comportamento, mesmo após orientações anteriores já terem sido repassadas aos responsáveis pelo local. Ao chegar na residência, os policiais constataram novamente nível de volume incompatível com a tranquilidade da vizinhança, configurando desrespeito à legislação referente ao sossego público.
Equipamentos apreendidos
Durante a ocorrência, foram apreendidas duas caixas acústicas utilizadas para a emissão do som:
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Uma caixa de som de grande porte da marca Philco
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Uma caixa portátil da marca Aiwa
Os equipamentos foram encaminhados à companhia local da Brigada Militar para as medidas administrativas cabíveis.
Vizinhos confirmaram incômodo constante
Moradores da região relataram que o incômodo sonoro era frequente e que, em diversas ocasiões, tentativas de diálogo e pedidos para reduzir o volume foram ignorados. Várias pessoas se colocaram à disposição para testemunhar sobre a situação, reforçando o impacto da perturbação no cotidiano da vizinhança.
Perturbação do sossego é infração prevista em lei
A perturbação do sossego público é uma infração prevista no artigo 42 da Lei de Contravenções Penais, e pode gerar apreensão de equipamentos, responsabilização do autor e, em caso de reincidência, aplicação de sanções mais rigorosas.
Ações reforçam atenção à ordem pública
A intervenção faz parte do trabalho de rotina das forças de segurança para garantir o direito ao descanso e à convivência harmônica entre os moradores, especialmente durante o período de veraneio, quando há aumento da movimentação nas cidades litorâneas.
As autoridades reforçam a importância de manter o volume de som em níveis adequados e respeitar os limites da legislação vigente. Denúncias podem ser feitas de forma anônima via telefone 190.

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